Sintomas

Timidez ou fobia social?

terça-feira, 7 outubro , 2014

Ao abordarmos esse tema é preciso considerar a forma como o indivíduo está relacionando-se como o mundo e se esta forma aponta para prejuízos, seja no campo profissional, social ou amoroso.

foto: Andre Kertesz

foto: Andre Kertesz

 

A sociedade cobra muitas vezes um comportamento padronizado do humano! Como se a pessoa para ser classificada como socialmente saudável deva ser super comunicativa: frequentar todos os lugares a qual é convidada, demonstrar felicidade no grupo todo o tempo, ser falante. No entanto é preciso respeitar os gostos e interesses de cada um. Algumas pessoas gostam do lugar de espectadoras e por isso nem sempre emitem opiniões ou fazem comentários. O que não quer dizer que estejam desinteressadas! Sendo assim nem todo comportamento que se apresenta diferente da maioria sugere algum transtorno.

A timidez ou a Fobia social podem ser classificadas como patológicas quando paralisam a vida da pessoa. Jovens por exemplo que não conseguem ultrapassar essas barreiras e por isso isolam-se, certamente sofrem. Quando o jovem ou o adulto precisa usar recursos como drogas e álcool para conseguir relacionar-se aponta para um adoecimento psíquico.

Podemos pensar em outros exemplos que devem ser destacados como formas de Fobia Social ou timidez exacerbada:

· O jovem que não consegue manter relações afetivas, amorosa e sexual com outras pessoas;

· A perda do emprego por não conseguir relacionar-se com a equipe;

· O estudante que isola-se na sala de aula, não consegue fazer trabalhos em grupo e não tem amigos;

· Crises e conflitos por não conseguir considerar, aceitar e incluir a ideia ou o interesse das outras pessoas (marido, mulher, filhos, funcionários ou colegas de trabalho).

No entanto não basta acreditar que se pode tirar o indivíduo desta posição sem lhe oferecer espaço para compreender o sentido desta inibição que se transformou em sintoma. É preciso oferecer um espaço onde ele possa buscar reconhecer-se e reconhecer o sentido de um outro/outros na sua vida. Ao re-significar a sua história das relações afetivas poderá olhar para esse outro a sua frente sem que este seja tão ameaçador.

Poderíamos pensar que ao encontrar um sentido para as suas questões poderá encontrar um novo lugar onde a ideia de fazer um par não venha acompanhado com a ideia de aniquilação do eu.

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